De volta, a velha sensação. Greve no lado direito do cérebro. Criatividade, desaparecida, não te deixando terminar uma simples frase. Rabiscos manchando o caderno sobre as palavras escritas, por não fazerem algum sentido juntas. Inspirações mil e a massacrante incapacidade de transformá-las em palavras. Sofrimentos que, dessa vez, não poderão ser escoados pela mais fácil via para o poeta. "Obrigado, cérebro, por deixar-me na mão. Mais uma vez. Obrigado.", dizia ele.
Nenhum comentário:
Postar um comentário