but no one – no one! – wants to die…
Want to try?"
A busca por mudança (no mais abrangente dos sentidos) parece estar em constante conflito com a busca por felicidade. Questiono-me, assim, de qual das duas devo abrir mão. “Mudar o mundo” soa como um conceito utópico; apesar disso, a simples tentativa é, em essência, nobre. Afinal, abrir mão de vislumbres de felicidade para uma revolução, tendo como finalidade uma humanidade mais justa e um planeta melhor, é uma escolha que exige uma dose desumana de abnegação. Acredito, seguindo esse ponto de vista, que aqueles com capacidades intelectuais superiores que não se envolvem em atitudes “pró-mudanças” estejam, para com o futuro de seu mundo, em situação pior que os que sequer conseguem perceber e questionar aquilo que os rodeia. Ainda assim, pergunto-me se nós, revolucionários, devemos mesmo pôr em cheque nosso bem-estar social e pessoal em prol de uma sociedade quase que completamente desmerecedora de compaixão e atenção...
(Texto escrito em 30 de Outubro de 2011.)
considerando "revoltistas" aqueles que ainda não conseguiram fazer uma revolução propriamente dita.
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