Talvez eu devesse abrir mão do uso de todas aquelas mesmas palavras que quase sempre marcam presença nos tantos textos saudosistas que escrevem(os) sobre a Escola. Afinal, sei que minha visão dela é deveras diferente da de muitos dos que passaram por aqui. Não posso negar, entretanto, que estou, aqui, sofrendo com antecedência - como costumo fazer - com o fim. O tão aguardado e sonhado(!) fim. Agora um tanto quanto temido, também, por mil motivos. Mais uma vez, o sentimento de pré-nostalgia me atinge com a mesma sutileza e força com as quais sou atingido por eventuais tristezas. E, com a mesma velocidade, volto à estaca zero: ainda temos tempo juntos, ainda temos muitos risos juntos, ainda tenho muito veneno a despejar e muito ódio a sentir.
(texto de 11 de Julho de 2012 que cabe perfeitamente no momento)
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