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terça-feira, 28 de maio de 2013
"and that was the moment I knew."
(...) I told him everything. and I let my love there. by the river. all that I felt. he kept it. when I got home, I decided I would sleep on the couch. a last sacrifice. I would suffer. for him. and I did. and it was awesome. I woke up at 5 and then I went to my bed. and I didn't love him anymore.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Rabisco #4
euforia, sorrisos falsos, ideias voláteis, sentimentos efêmeros, busca por atenção, insatisfação. tantas sensações e um coração vazio. inspiração e incapacidade de mãos dadas. eterna turbulência. desconheço a paz. desconheço a felicidade. desconheço o amor. e ajo como se não me importasse. e não me importa! afinal, esta é minha defesa. de mim mesmo. pergunto-me se sou o único. ou se sou parte de um grupo menor na multidão. ou se todo mundo tem porque se sentir assim mas é mais esperto que eu não e simplesmente não o faz.
Rabisco #2
Talvez a felicidade seja isto: sorrisinho leve, humor pouco exigente, problemas ignorados, "carpe diem"... Ou talvez eu esteja muito enganado.
Rabisco #1
Nós, como seres humanos únicos, somos, cada um, um emaranhado informativo de anos e anos de soma de aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Passando anos com percepções similares, acabamos, eventualmente, por adotá-las como válidas, corretas. Ora limitamo-nos à ciência, ora à religião, ora a nossa infinita ignorância – nossas noções de cada uma dessas coisas. Como podemos, então, enxergar o que fica além do que supõe nossa vã filosofia[, Horácio]? Como podemos abrir os horizontes delimitados em nossas mentes, dentro das quais guardamos tanta subjetividade, para que possamos ver bem o que outra mente limitada tenta nos transmitir?
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